O que é a gestão de segurança da informação?
Quando lemos as notícias sobre tecnologia, não é difícil encontrar casos de vazamento e roubo de dados preciosos de uma determinada empresa. Eles acabam por comprometer não só os lucros, mas também mancham a reputação da companhia entre os seus clientes e o mercado em geral.
Por isso, investir na gestão de segurança da informação é uma ação que não pode ser negligenciada atualmente. Neste post, falaremos um pouco mais sobre o conceito e apresentar as boas práticas para a implementação das políticas.
Boa leitura!
O que é a gestão de segurança da informação?
Primeiro, é importante definir o próprio conceito de segurança da informação. Ele se relaciona com a proteção de um determinado de conjunto de dados. A finalidade é preservar o valor dessas informações e mantê-las fora do alcance de pessoas não autorizadas, como os temidos hackers.
Nesse sentido, a gestão de segurança da informação é a adoção direta de estratégias, métodos e ferramentas para garantir a integridade dos dados e impedir vazamentos e ataques à rede corporativa, por exemplo. Os gestores têm um papel fundamental de supervisão, já que cabe a eles definir as normas e as diretrizes que serão adotadas por todos.
Portanto, eles serão os responsáveis pelo planejamento das estratégias e formas de acompanhamento. Para reforçar as defesas, esse profissional pode buscar consultoria especializada na área de TI, assim como dicas de treinamento para seus colaboradores.
Outro destaque importante é que a segurança da informação conta com quatro pilares, que resumem bem as prioridades de uma política de proteção:
- Confidencialidade;
- Integridade;
- Disponibilidade;
- Autenticidade.
Quais são as suas boas práticas?
Agora que falamos do conceito de gestão de segurança da informação, conheceremos as melhores maneiras de se proteger.
Usar softwares originais e mantê-los atualizados
Antes de tudo, é muito importante manter os sistemas operacionais atualizados, assim como usar versões originais. Com isso, será possível contar com as correções e updates desenvolvidos pelos criadores dos programas. Além disso, as atualizações são cruciais para manter a proteção geral da rede corporativa, por exemplo. Isso porque os hackers costumam atacar aplicações que ainda não receberam correções, justamente pela vulnerabilidade causada pelo fato de que estão obsoletas.
Contar com ferramentas para gestão de incidentes
Uma política de governança que priorize a proteção das informações e dos arquivos é crucial. Muitas empresas acabam por focar exclusivamente nas questões de conformidade, garantindo a obediência aos regulamentos digitais (como no caso da LGPD). Embora isso seja importante, não é o suficiente.
Portanto, a empresa deve adotar atitudes que garantam a proteção dos dados. Além de bons softwares, como os antivírus, é uma boa ideia contar com a ajuda de consultores em tecnologia, que auxiliarão os colaboradores a assimilar um comportamento mais responsável ao lidar com informações digitais.
Controlar os acessos de maneira rígida
Em uma empresa, é comum que nem todos os funcionários tenham acesso a arquivos importantes. Esse já é um primeiro passo valioso, mas os gestores também devem registrar todos os níveis e os controles de acesso em vigor, para garantir um acompanhamento mais próximo.
Isso evita os enganos — um funcionário de um setor que tenha acesso a documentos de outro departamento totalmente diferente, por exemplo. Dessa forma, a empresa reduz os riscos associados a senhas roubadas e a tentativas de invasão por parte dos hackers.
Fazer backups
O backup é uma prática essencial por dois motivos: garante que certos arquivos sejam preservados e também facilita a consulta aos documentos. Além disso, em caso de extravio de notebooks ou discos rígidos externos, por exemplo, essa cópia serve para assegurar a disponibilidade.
Uma boa ideia é priorizar o salvamento na nuvem, que é imune aos extravios e, ainda, pode ser controlado pelo controle de acesso. Contudo, os gestores devem garantir que os backups sejam feitos periodicamente, preferencialmente por meio de um calendário específico.
Outra boa surpresa do backup na nuvem é que é possível programar vários backups ao dia, o que é importante para manter arquivos sempre atualizados e facilitar o compartilhamento, até mesmo com colaboradores que não estejam em campo.
Implementar uma política de segurança
A segurança digital da sua empresa não pode funcionar na base do “boca a boca” — isto é, sem o estabelecimento e o registro de medidas periódicas. É crucial que os gestores realmente adotem uma política preventiva, que são importantes até mesmo para evitar possíveis paralisações dos trabalhos.
Parar tudo por conta de falhas na segurança digital significa levar prejuízo, uma vez que a capacidade da empresa de produzir resultados e entregar soluções para os clientes fica comprometida. Por isso, todas as medidas de proteção (como o estabelecimento de controles de acesso) devem fazer parte de um registro bem definido.
Isso garante que os gestores façam com que os seus colaboradores assimilem a gestão de segurança da informação, transformando a cultura organizacional do negócio. Com uma política bem definida e repassada aos funcionários de forma transparente, fica mais fácil tornar esse gerenciamento um pilar da empresa.
Treinar e conscientizar os trabalhadores
Por fim, não poderíamos deixar de lado a importância da conscientização e do treinamento das equipes internas. Afinal, são essas pessoas que estarão constantemente acessando os equipamentos e a rede corporativa, então eles não devem ser negligenciados pelos gestores.
Vale dizer que os programas de treinamento em gestão de segurança da informação mais bem-sucedidos não contam apenas com a participação dos funcionários operacionais, mas incluem todos os níveis da empresa. Isso porque uma abordagem mais completa é a melhor forma de construir uma cultura de segurança digital em toda a organização.
Assim, todos os colaboradores não só se conscientizarão sobre o valor de adotar boas práticas, como assumirão esse comportamento na rotina diária. Uma das principais brechas para invasões e ações de hackers é o erro humano — o que não acontece com frequência com pessoas que entendam do uso de ferramentas digitais.
Como pudemos ver no artigo, a gestão de segurança da informação é imprescindível para empresas que desejam manter (e reforçar) suas defesas digitais. Afinal, como a tecnologia está presente em diversos tipos de negócio, colocar os próprios sistemas em risco acaba por prejudicar a empresa como um todo.
Quais os benefícios de um data center virtual?
A transformação digital exige que as empresas se mantenham atualizadas sobre as novas tendências de TI e implementem as soluções que ofereçam a maior vantagem competitiva em seu setor. Algumas soluções tecnológicas vêm para romper com estruturas tradicionais, como a computação em nuvem, que passou a ser base de uma série de inovações que ampliam a capacidade das organizações em acessar uma grande quantidade de recursos tecnológicos de forma remota.
Nesse cenário, surgem os data centers virtuais, que colocam a infraestrutura de TI de uma empresa em nuvem e entregam uma série de benefícios, que vão desde a redução de custos até a facilidade de escalabilidade. Neste post, vamos entender o que é um data center virtual, o seu funcionamento e os benefícios que essa evolução traz principalmente para as pequenas e médias empresas. Confira a seguir!
Afinal, o que é um data center virtual?
Podemos definir o data center virtual (DCV) como uma tecnologia que tem como objetivo simular o funcionamento de servidores físicos em um ambiente digital. No DCV, o usuário tem a oportunidade de controlar todos os recursos de rede, armazenamento e software com a utilização de uma camada adicional de gestão, o que facilita a integração de sistemas.
A tecnologia que viabilizou a criação dos data centers virtuais é a computação em nuvem, que serve de base para outra série de avanços no mundo da TI. O modelo de distribuição de recursos como serviços vem revolucionando a maneira como as empresas virtualizam as suas infraestruturas de TI, mudando a forma como os gestores lidam com redes, servidores e armazenamento de dados.
A computação em nuvem democratizou o acesso à tecnologia, permitindo que empresas de todos os portes e segmentos tivessem acesso flexível e seguro a recursos computacionais, sem a necessidade de altos investimentos.
Os softwares como serviço (SaaS) deram a oportunidade para que as organizações pudessem contar com softwares sempre atualizados, podendo acessá-los de qualquer local e a qualquer hora. É a base do trabalho remoto.
Já as plataformas como serviço (PaaS) dão a oportunidade para que essas empresas acessem o que há de melhor em recursos computacionais para desenvolver e testar seus softwares, tanto os internos quanto os desenvolvidos, para serem monetizados. Isso abriu margem para que os desenvolvedores testem os seus softwares em alto nível, com diferentes tipos de situações.
Quando o assunto é data center virtual, o serviço que permitiu essa tendência é o IaaS, a infraestrutura como serviço, que é uma forma de a empresa contratar um parque tecnológico completo, de maneira simples, para configurá-lo e personalizá-lo da maneira que achar melhor.
Como é o funcionamento de um Data Center Virtual?
Para que você entenda melhor o conceito de data center virtual, vamos analisar como é o seu funcionamento. Um DCV funciona de maneira unificada, por meio de uma interface de alto nível que tem como foco alinhar os seus três principais recursos:
- Computação (processamento de memória);
- Storage (armazenamento de dados);
- Rede (internet e privada).
Os componentes principais, ao lado de seus subcomponentes, são emulados por diferentes softwares de forma integrada. É exatamente essa integração que possibilita a composição de um sistema lógico de data center, que simula uma infraestrutura física que é centralizada pela nuvem.
Quais são as principais diferenças entre o data center físico e o virtual?
Agora que já sabemos o conceito de data center virtual, vamos entender quais são as principais diferenças entre esse modelo de data center e o modelo físico, o mais tradicional. Como sabemos, o data center virtual é estruturado tendo como base a computação em nuvem. Já o data center físico é estruturado em uma infraestrutura dentro da empresa, ou pode ser contratado de uma estrutura externa, como outsourcing.
No data center físico a empresa fica responsável por tudo, desde a escolha dos hardwares e softwares aos demais equipamentos que serão empregados na gestão dos serviços de TI. Além disso, a organização também se responsabiliza pelo dimensionamento da infraestrutura e por toda a política e gestão da manutenção dos equipamentos.
No data center virtual quem fica responsável por tudo isso é o provedor, sendo que o contratante paga apenas pelos recursos que utilizar e, além de se livrar de todas as responsabilidades extras, pode controlar os recursos computacionais de acordo com sua demanda, sem a necessidade de manter um servidor ocioso ou apertado demais para as requisições.
Além de o preço de manutenção da infraestrutura ser menor, os data centers virtuais dão a oportunidade para que os gestores de pequenas e médias empresas possam focar em seu core business, sem precisar dividir as atenções com preocupações relacionadas à manutenção de servidores e equipe extensa de TI.
Diante de tudo isso, se você ainda estava na dúvida sobre qual modelo adotar, tenha certeza de que, pensando em transformação digital e no futuro do TI, a melhor opção é, sem dúvidas, a contratação de um data center virtual.
Quais os benefícios da virtualização de data center?
Depois de entender os conceitos que envolvem os data centers virtuais, é hora de saber os motivos práticos que fazem esse modelo de infraestrutura cada vez mais popular. Entenda quais são os benefícios da virtualização do data center de sua empresa e por que você deve contar com essa solução agora mesmo. Acompanhe!
Possibilita uma maior mobilidade
Com o data center virtual, a empresa passa a ter mais mobilidade para seus colaboradores — o que é de extrema importância nesses tempos de distanciamento social e aumento exponencial de profissionais em home office. Aliás, as empresas que já tinham os seus data centers virtualizados conseguiram se adaptar de maneira mais rápida às mudanças que nos pegaram de surpresa, como a pandemia.
Com a virtualização, fica mais fácil integrar a matriz e suas filiais dentro e fora do país, trabalhando com muito mais integração e centralizando os bancos de dados. Tudo isso beneficia não apenas os colaboradores, que passam a poder acessar o servidor da empresa de qualquer lugar, como também a gestão, que passa a trabalhar em um ambiente unificado.
Ajuda na redução de custos
Quando a empresa adota o data center virtual, deixa de ter que manter toda a infraestrutura física, como switches, storages, servidores, entre outros. Tudo o que estaria armazenado em espaço físico passa a estar em um ambiente em nuvem.
Além de reduzir os custos com a compra e troca desses equipamentos, a organização deixa de ter a responsabilidade de mantê-los, o que promove uma redução de custos com profissionais que estariam ali apenas para essa operação.
Além disso, para manter um data center físico, a empresa conta com gastos exorbitantes de energia elétrica, tanto para alimentar os dispositivos, quanto para manter a refrigeração do ambiente.
Outro fator importante que vale ser ressaltado é que, ao contar com um serviço entregue sob demanda, a empresa passa a pagar apenas pelos recursos que utilizar — como armazenamento, processamento, memória, etc. — não tendo que manter uma infraestrutura que passaria boa parte do ano ociosa, apenas para não faltar recursos nos momentos de pico.
Em resumo, podemos dizer que, quando a sua empresa conta com um DCV, reduz custos em relação à estrutura física, gestão de recursos humanos, com a segurança do data center entre outros. Os únicos gastos serão relativos ao serviço que foi contratado, o que torna o planejamento financeiro muito mais organizado.
Possibilita a otimização de backups e da recuperação de desastres
Com as empresas cada vez mais dependentes de seus ativos de TI para o bom andamento dos negócios, a segurança dos dados se torna primordial. Nesse cenário, processos de prevenção, como os backups e recuperação de desastres, se tornam obrigatórios.
Quando a empresa passa a trabalhar com o data center virtual, tem o respaldo do provedor a respeito da segurança contra falhas físicas. Além disso, na nuvem há o processo conhecido como redundância, ou seja, há a replicação dos arquivos em vários locais diferentes, garantindo a disponibilidade.
Outro ponto importante a ser ressaltado é o fato de que, com a virtualização do data center, o gestor de TI passa a ter uma centralização dos dados e aplicações, o que permite a criação de planos racionais de backup e restauração, que podem ser elaborados com foco total, afinal, as profissionais de TI não terão que lidar com a rotina de manutenção dos servidores físicos.
Possibilita a empresa trabalhar com tecnologias atualizadas
Com a velocidade cada vez maior com que as inovações tecnológicas surgem, nem sempre é possível para uma empresa de médio ou pequeno porte acompanhar essas evoluções. A tecnologia que foi sucesso hoje pode ser suplantada amanhã e se tornar obsoleta. Quando o negócio possui um data center virtual provido por uma boa empresa, sempre contará com o que há de melhor e atual.
Para se ter uma ideia, trabalhando com um data center físico, a empresa seria responsável por todos os upgrades sempre que fosse necessário fazer uma inovação ou aumento de capacidade dos servidores. Tudo isso custaria caro e, caso a organização não estivesse disposta a fazer as mudanças, correria o risco de não responder às necessidades de mercado e perderia competitividade.
Facilita a escalabilidade
Um dos grandes problemas que as empresas enfrentam ao utilizarem os data centers físicos é a dificuldade de escalabilidade. De duas uma: ou a empresa é obrigada a montar um data center com capacidade acima do necessário como medida de prevenção, ou fica trabalhando sempre no limite dos recursos, correndo o risco de ter paradas produtivas por falta de capacidade.
A primeira opção parece simples e lógica, pois basta que a empresa mantenha os servidores com sobra de recursos para que não corra o risco de ficar indisponível na hora dos picos de requisições. Mas é importante considerarmos que, na maior parte do tempo, os servidores ficarão ociosos, ou seja, não estarão dando retorno para a organização, mas manterão os custos.
Ao contar com um DCV, a organização não precisa se preocupar com isso, afinal, ela pode utilizar a referência dos anos anteriores para identificar quais são os períodos de maior demanda e assim se programar para aumentar os recursos com o provedor, e depois voltar a diminuí-los nos momentos de baixa. Em todos os casos, a empresa sempre pagará pelos recursos que utilizar, ou seja, o ROI se torna mais fácil de ser calculado.
Ganhe com facilidade de implementação
Para montar um data center físico, o gestor de TI e sua equipe deverão elaborar um projeto com avaliação de uma série de variáveis. Depois, terão que viabilizar a compra de todos os equipamentos, encontrar um espaço disponível e contratar uma equipe para manter essa infraestrutura.
Tudo isso leva um tempo considerável, além de ser bastante caro. Para as médias e pequenas empresas que trabalham com orçamento apertado, esse tipo de operação é totalmente inviável, além de atrasar as suas operações.
Com o data center virtual, a infraestrutura de TI fica à disposição da empresa de forma rápida, eliminando a necessidade de investimento em novas ferramentas e recursos. Tudo isso ajuda a ganhar tempo tanto no desenvolvimento quanto no aperfeiçoamento da plataforma, pois tudo já está pronto para a utilização, dando mais agilidade.
Como vimos, uma empresa que pretende se manter competitiva em tempos de transformação digital deve priorizar a otimização de sua infraestrutura de TI. A melhor maneira de fazer isso é com o data center virtual, que traz uma série de benefícios, como podemos ver neste post.
Se você quer virtualizar o data center de sua empresa, mas não sabe por onde começar, uma boa opção é fazer a contratação de uma consultoria de TI, que fará uma análise detalhada da sua infraestrutura atual e indicará as melhores soluções para que a sua virtualização seja feita da melhor maneira possível.
A Altasnet é uma empresa que tem 18 anos de experiência em soluções de infraestrutura de TI, com know-how para oferecer soluções que atendam às demandas específicas de cada cliente.
Quer saber como otimizar a infraestrutura de TI com a parceria da Altasnet? Entre em contato conosco agora mesmo e tire todas as suas dúvidas.
Indicadores de TI: o que são e como escolhê-los?
A TI é uma área que, classicamente, permeia todos os outros processos de uma empresa. Afinal, caso ela falhe, departamentos como o RH, o setor de vendas e o financeiro também podem ser afetados. Por esse motivo, é fundamental conhecer e manter o desempenho de sua equipe — e é com este objetivo que são usados os indicadores de TI.
Para facilitar o trabalho de escolha desses indicadores, neste post explicamos o que são e quais os principais indicadores de TI. Ao final do conteúdo, você vai conhecer dicas sobre como escolher o ideal para a sua gestão. Continue lendo para saber mais.
Quais são os principais indicadores de TI?
Indicadores são ferramentas padronizadas para mensurar um aspecto específico de uma equipe. Elas são amplamente utilizadas na área de TI, para fornecer ao gestor um retrato mais claro e objetivo de seu time. Outro nome usado com frequência para esses indicadores é KPIs, sigla para “Key Performance Indicators”.
Um bom indicador deve suprir três requisitos básicos: ele deve ser quantitativo, refletir eficientemente a realidade da equipe e ser facilmente mensurável. Sendo assim (e dependendo dos seus objetivos) os indicadores podem mudar para otimizar, ao máximo, sua compreensão e otimização do time.
É importante saber que existem alguns indicadores clássicos, utilizados pela maioria das equipes de TI do Brasil. A seguir, destacamos quatro deles. Confira.
1. Tempo médio de reparo
Como mencionamos, uma das responsabilidades do setor de TI é fornecer o serviço para que outros departamentos funcionem corretamente. Isso envolve a manutenção constante e a atenção às queixas e solicitações que chegam à equipe de TI. Por esse motivo, um dos indicadores mais importantes da área é o tempo médio de reparo para sanar as queixas.
2. Tempo de resposta a chamadas
O tempo médio de reparo, geralmente, é calculado a partir do momento que a equipe de TI começa a trabalhar no problema. No entanto, existe outra variável fundamental, que influencia no atraso dos serviços e está atrelada diretamente ao desempenho a equipe: o tempo de resposta às chamadas.
Caso uma equipe demore a responder às queixas, mesmo que ela seja eficaz, os resultados finais continuarão sendo atrasados.
Esse parâmetro leva em consideração fatores como sobrecarga de solicitações, necessidade de manutenção geral ou horários de serviço discrepantes. Além disso, o tempo de resposta a chamadas é uma das principais queixas às equipes de TI por outros departamentos.
3. Número de erros por processo
Todo gestor de TI sabe que não se deve prezar apenas pela agilidade, mas também pela qualidade dos serviços. Por isso, o índice de erros por processo realizado indica se realmente estamos sendo resolutivos — ou, pior, se as intervenções estão causando outros problemas.
4. Despesas de TI por funcionário
Por fim, um indicador muito utilizado leva em consideração um dos principais objetivos do investimento em tecnologia (incluindo TI): a economia financeira. Caso o departamento de TI esteja sendo excessivamente oneroso à empresa, esse pode ser um sinal indireto de que sua performance está sendo afetada.
Isso significa que, embora os processos estejam sendo entregues com rapidez e qualidade, essa eficiência tem um alto custo.
Como escolher um bom indicador de TI?
Para escolher um indicador ideal, você deve levar em consideração sua situação atual e os objetivos, especialmente a longo prazo: são eles a redução de custos ou a melhora na qualidade? Existe algum projeto no curto prazo que demanda mais agilidade? Para responder a essas perguntas, é fundamental alinhar a gestão de TI com os objetivos da empresa e o perfil dos funcionários.
Os indicadores de TI são ferramentas utilizadas rotineiramente pela gestão da área. Escolher um bom indicador fornece ao gestor informações precisas e de qualidade sobre sua equipe.
Na área de TI, ficar por dentro das últimas novidades é essencial. Se você quer se manter atualizado, não perca tempo e siga nossos perfis nas redes sociais! Estamos no Facebook e no Linkedin.
6 vantagens da transformação digital nas empresas
Podemos definir a transformação digital nas empresas brasileiras como o processo de incorporação de tecnologias pilares nos processos, como a computação em nuvem, internet das coisas, Inteligência Artificial, Big Data, ferramentas analíticas, entre outros. Mais do que adoção de tecnologias, a transformação digital se baseia em uma mudança cultural dentro da corporação, colocando a tecnologia como elemento central do core business.
A transformação digital pode ser evolutiva ou disruptiva, dependendo do que a empresa busca e seu posicionamento de mercado, se é mais conservadora ou moderna. O importante é que todo o trabalho de imersão na transformação digital seja feito após um planejamento e com objetivos específicos.
Para entender a importância da transformação digital para as empresas, neste post, apresentaremos 6 benefícios diretos que ela traz. Confira!
1. Aumento da eficiência e produtividade
A transformação digital ajuda na criação de atalhos produtivos, que ajudam na redução de tempo e de erros. A inserção de dados de maneira manual, falta de comunicação entre sistemas de diferentes setores e o atraso nos processos, são gargalos que limitam a produtividade. Nesse cenário, para produzir mais, a empresa é obrigada a elevar os custos, seja com contratação de pessoal ou com o aumento da estrutura precária.
Quando a empresa faz uma avaliação interna, define quais são os seus principais gargalos e busca as tecnologias que podem suprir essas necessidades, aumentará consideravelmente a eficiência dos processos e, por consequência, a produtividade. A redução de erros reduz a necessidade de retrabalhos, aumentando a qualidade do produto final e ajudando no respeito aos prazos.
2. Aumenta a competitividade da empresa
A partir do momento em que torna os processos mais fluidos, promovendo a integração de todos os setores da empresa, a gestão se torna mais otimizada. Todas as novas tecnologias adotadas pela empresa, devem ter como objetivo a facilitação da definição, implementação e melhoria dos processos internos, tornando as abordagens mais práticas.
Quando a empresa se organiza, com fluidez e escalabilidade, ganha um grande diferencial competitivo em seu mercado, pois passa a enxergar além da gestão tradicional e trabalha com um ambiente elástico — geralmente em nuvem — capaz de receber eventuais picos de demanda, sem gerar gargalos.
3. Melhora o índice de satisfação dos clientes
Nunca os clientes foram tão próximos das empresas, pois a transformação digital quebrou a parede e eliminou terceiros. Por mais que haja uma certa dependência das redes sociais para que esse contato seja feito, diferentemente das mídias tradicionais, estamos falando de um ambiente em que o contato é direto e, tanto as empresas quanto os usuários habitam o mesmo espaço.
Essa proximidade permite que as empresas criem estratégias para fidelizar os seus clientes, com campanhas personalizadas e planejadas de acordo com uma série de fatores, que envolvem a linguagem utilizada, os horários de postagens e o formato de conteúdo.
Enquanto na mídia tradicional a empresa precisa atingir o maior número possível de pessoas, para reter o seu público nesse “bolo”, nas redes socais, com os dados que recebem em tempo real, gastam menos, atingindo quem interessa.
Mas, com as ferramentas atuais, as empresas não precisam necessariamente depender das redes sociais para fidelizar os seus clientes. Empresas que têm plataformas e aplicativos próprios podem utilizar o potencial dessas ferramentas para elevar a satisfação dos consumidores.
Algumas redes de supermercado, por exemplo, criaram clubes de fidelidade, utilizando pontos cumulativos. A cada compra o cliente ganha pontos, de acordo com o valor final, e pode trocar por um série de vantagens depois. Esse é apenas um modelo de fidelização, pois, com criatividade e boa análise de dados, as possibilidades são infinitas.
4. Facilita a inovação
Ao implementar a transformação digital, as empresas passam a ter a capacidade de adicionar processos de melhoria contínua em seus negócios. Essa melhoria contínua pode ser promovida utilizando os processos ágeis, que trabalham com as entregas contínuas e com o recolhimento de feedback dos usuários. Assim, ganha-se tempo e aprimora-se o produto com ele no mercado.
É um processo muito utilizado no desenvolvimento de softwares, em que o desenvolvedor lança atualizações constantes, para adicionar novas funcionalidades, corrigir falhas de desempenho e de segurança.
Os produtos inovadores são capazes de abocanhar uma boa fatia de mercado, sem a necessidade de reinventar a roda, nem de renovar completamente a infraestrutura de TI, basta oferecer algo que já existe de uma maneira melhor.
O melhor exemplo desse processo é a Netflix, que durante muito tempo foi um simples serviço de aluguel de DVDs por correspondência e que não chegava nem perto do tamanho da maior locadora de vídeos do mundo, a Blockbuster. Enquanto a Netflix tinha o site como sua vitrine, a Blockbuster ostentava as suas lojas padronizadas.
O resultado a gente já sabe, a Netflix resolveu investir no streaming, colocando o conteúdo a um clique de distância do cliente e se tornou líder no segmento, já a Blockbuster não acreditou no potencial da tecnologia e faliu com suas megalojas.
5. Possibilita a redução de custos
A redução de custos é um dos grandes desafios dos gestores das empresas e a tecnologia permite que seja realizada sem perda de produtividade. Com a utilização de tecnologias, como a computação em nuvem, a empresa consegue eliminar uma série de custos operacionais que teria com a manutenção de um data center físico interno.
Com a utilização da automação, é possível reduzir os erros e falhas de segurança, diminuindo os retrabalhos e gargalos, o que também permite a redução de uma série de custos operacionais, seja com uma equipe especializada em retrabalhos ou com reposição de produtos defeituosos.
6. Facilita a obtenção de insights
Mais do que a enorme produção de dados, a transformação digital oferece ferramentas que transformam esses dados em informações úteis para as empresas. A grande tendência é as empresas adotarem a cultura data driven, ou seja, aquela em que a gestão passa a ser orientada a dados.
Utilizando ferramentas de análise e mineração, que conseguem acessar todos os bancos de dados da empresa e, de maneira automática, gera uma série de relatórios e indicadores, com insights precisos para a gestão, a empresa ganha uma capacidade de crescimento sem precedentes na era pré-digital.
São informações que permitem a otimização da infraestrutura produtiva, avaliação do mercado, dos concorrentes, estreita o relacionamento com o cliente, permite a criação de produtos e serviços personalizados etc.
Como vimos, a transformação digital nas empresas brasileiras oferece a possibilidade para que elas cresçam em seus mercados, aumentando a produtividade, sem elevar os gastos. A relação cliente/empresa se torna mais sólida e direta, o que gera benefícios para os dois lados — para a empresa, que passa a conhecer melhor o seu público e para os consumidores, que recebem produtos melhores.
Gostou do post? Ajude-nos a divulgá-lo, compartilhando com os seus amigos nas redes sociais.


