Aprenda 5 dicas para implementar a transformação digital na sua empresa!

Aprenda 5 dicas para implementar a transformação digital na sua empresa!

A transformação digital pode estimular o crescimento de sua empresa, aumentando a produtividade e, por consequência, a sua receita. Mas, ao contrário do que muita gente possa imaginar, transformação digital não se trata apenas de adquirir novos dispositivos tecnológicos para os colaboradores.

Estamos falando de uma mudança cultural dentro da empresa, com as decisões passando a serem tomadas com base em dados, mentalidade inovadora e tendo a tecnologia como base para o sucesso dos negócios.

Aderir a transformação digital não é mais um diferencial para uma empresa, é uma tendência proeminente para as corporações que querem sobreviver em uma sociedade na qual as pessoas exigem agilidade, inovação e personalização. Para atingir esses objetivos, é preciso estar pronto para responder com agilidade as demandas de mercado.

Para ajudar a sua empresa nessa missão, neste post trazemos 5 passos necessários que você deve dar para implementar a transformação digital nas empresas. Confira!

1. Foque no planejamento estratégico

A transformação digital não vive apenas de softwares, hardwares ou digitalização de processos, é necessário um bom planejamento, que coloque o processo no mesmo rumo dos objetivos do negócio. Isso requer investimentos em treinamentos e programas, que devem ser feitos de maneira objetiva.

É importante que essa transformação digital vá além do simples ato de atualizar a infraestrutura. Ela deverá ser um caminho para que a empresa otimize a sua produtividade, aumente a integração entre setores, aprimore a relação com clientes e fornecedores entre outros objetivos práticos.

2. Assuma um novo mindset na gestão

Para que a empresa se insira de vez na transformação digital, deverá encarar uma mudança de dentro para fora. Isso requer um trabalho muito mais elaborado do que os conceitos simplistas que são muita das vezes espalhados erroneamente por aí — de que basta estar nas redes sociais, ter um site ou blog, investir em automação de marketing etc.

É necessário que seja feita uma mudança na maneira como o gestor encara os processos tecnológicos, que são a locomotiva da empresa e na maneira de otimizá-los para torná-los mais eficientes, tanto para atender requisitos internos, quanto para lidar com os clientes.

3. Foque em gestão orientada a dados

Um dos principais pilares da transformação digital são os dados, ou melhor, a maneira como as empresas captam, produzem e processam as informações. Há algumas décadas, os dados estratégicos eram obtidos por meio de pesquisas externas e ficavam armazenados de forma fragmentada, seja em estantes físicas ou em computadores independentes, sem integração.

Atualmente, as empresas produzem e recebem uma enorme quantidade de dados, de inúmeras fontes e de maneira desestruturada — se antes os dados eram captados de forma ordenada, por meio de pesquisas, hoje eles chegam desordenados, em uma quantidade muito maior.

O desafio dos gestores é retirar o máximo de informações desse volume enorme de dados e isso só é possível com a integração de banco de dados e com a utilização de ferramentas de mineração — ferramentas analíticas.

Com o auxílio dessas ferramentas, é possível tomar decisões mais acertadas, baseadas em insights precisos e de acordo com os padrões das atividades de negócios, sejam positivos ou negativos, que permitirão o aumento no investimento em determinado setor ou a redução de riscos, por exemplo.

Com o auxílio dos dados a empresa pode:

  • Identificar desvios de padrão, que protegem seus clientes de fraudes;
  • Identificar quais produtos são mais promissores e quais devem ter sua produção reduzida;
  • Mapear o perfil de seus clientes, criando estratégias mais certeiras e personalizadas;
  • Avaliar as movimentações de mercado para antecipar tendências;
  • Prevenir invasões em sistemas;
  • Avaliar a concorrência;
  • Entre outros.

Em suma, podemos dizer que os dados são como uma bússola para o bom gestor.

4. Busque processos inovadores

A partir do momento em que mais e mais empresas aderem à transformação digital, cabe a você e sua equipe buscar maneiras de se diferenciar desses concorrentes. A melhor saída é aproveitar todo o potencial das ferramentas tecnológicas para buscar a inovação — processo de criação de novas ideias, que deverão ser experimentadas e lançadas.

No modelo de gestão tradicional, a busca pela inovação era regida com foco no produto acabado. Isso acontecia, porque fazer testes de mercado era caro e inacessível para muitas empresas, o que fazia com que as decisões fossem tomadas com base no feeling do gestor.

Com a evolução das ferramentas digitais e barateamento das tecnologias, a inovação passou a ser encarada de uma maneira bastante diferente — tendo como base o aprendizado contínuo e a experimentação rápida.

À medida em que há uma facilitação e aceleração de testes de ideias, fica mais fácil receber os feedbacks de mercado desde o início do processo de inovação, em um processo constante que se estende até o lançamento. É uma das principais características das metodologias ágeis: fazer entregas recorrentes e melhorar o produto no processo.

Nesse novo tipo de abordagem, a inovação é implementada por meio de experimentos cuidadosos, com a utilização de protótipos de viabilidade mínima, que permitem a maximização do aprendizado, sem aumentar os custos.

Nesse cenário, as premissas devem ser testadas de forma sucessiva, com as decisões sempre baseadas no feedback de clientes reais. Além de economizar tempo, reduzindo os custos, esse processo de inovação por meio de repetições sucessíveis melhora o aprendizado organizacional.

5. Invista em infraestrutura

Desde de o começo do texto, estamos frisando o fato da transformação digital não se basear apenas no investimento em infraestrutura de TI. Primeiro, é necessário entender os motivos da adoção da transformação digital, alinhando aos objetivos do negócio e implementando uma mudança cultural dentro da empresa. Tudo isso demanda um planejamento inicial, que definirá o que deverá ser adotado para que essa transformação seja aplicada com êxito.

Após esse planejamento inicial, é necessário investir nas ferramentas que darão base para a implementação da transformação digital. Vocês terão que investir em softwares, ambientes — como a computação em nuvem — tecnologias disruptivas, negociar com desenvolvedores, fornecedores parceiros ou contratar com uma consultoria especializada.

Aqui, não está em jogo a quantidade de tecnologias que serão adotadas e nem o orçamento. O foco deve ser a análise refinada para identificar como é possível melhorar o desempenho da empresa, com o auxílio das ferramentas certas, para depois utilizar os meios possível para adquiri-las. Somente assim será possível elevar a produtividade e melhorar a integração entre setores.

Como vimos, a implementação da transformação digital nas empresas não é um processo simplificado, baseada apenas na adoção de meia dúzia de tecnologias ou com a criação de perfis em redes sociais. São necessários uma série de mudanças, que vão desde a cultura de gestão, passando pela adoção das ferramentas certas e do bom aproveitamento dos dados.

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Você sabe qual é o impacto do TI nas empresas? Entenda aqui!

Você sabe qual é o impacto do TI nas empresas? Entenda aqui!

Durante muito tempo o setor de TI das empresas cumpria uma função meramente operacional, principalmente no suporte. Como não fazia parte do core business da maioria das empresas, o setor era considerado um “centro de custos”, que, a qualquer necessidade de redução no orçamento, era o primeiro atingido. Mas a importância da TI nas empresas mudou, para melhor, com o processo de transformação digital.

Conforme as tecnologias foram evoluindo, ficando mais baratas e tornando-se importantes para o processo de empresas de todos os segmentos, o setor ganhou um novo papel, mais estratégico dentro dos objetivos dos negócios. Isso transformou um setor que era considerado uma despesa em um foco de investimentos estratégicos, em dispositivos, softwares e profissionais qualificados.

Neste post, vamos entender os impactos positivos do setor de TI nas empresas e aprender a calcular o retorno que essa área está entregando. Confira!

Quais são as vantagens de investir no setor de TI?

Entenda porque as empresas passaram a encarar o investimento no setor de TI como um movimento estratégico. Acompanhe.

Aumento da produtividade

É fato que as soluções tecnológicas otimizam os processos internos de uma empresa, dando a possibilidade do uso de softwares que integram dados, automatizam tarefas e permitem o trabalho remoto. Tudo isso contribui para que a empresa produza mais com a mesma equipe, ou seja, sem elevar os gastos.

Outro fator que contribui para o aumento da produtividade é o investimento em bons profissionais ou na contratação de uma empresa terceirizada para fazer o suporte de TI, pois isso reflete na disponibilidade da infraestrutura e contribui para que haja menos paradas por problemas de TI.

Redução de custos

O investimento em TI pode ajudar a empresa a reduzir uma série de custos, a começar com a redução de retrabalhos, a partir da automação de uma série de processos. Ao entregar os serviços ou produtos com qualidade e no prazo, a empresa reduz a necessidade de pagar horas extras, encargos trabalhistas e até a necessidade de contratação temporária de profissionais.

Aumento da lucratividade

Se a empresa produz mais gastando menos, o resultado é o natural aumento da lucratividade. Isso porque, ao tornar-se mais produtiva e eficiente, a empresa ganha competitividade no mercado. Além disso, a utilização de ferramentas analíticas pode promover a geração de insights importantes para que a empresa faça melhores movimentações, em busca de captação, fidelização e retenção de clientes.

Como saber se o setor de TI está dando o retorno financeiro esperado?

Já sabemos que o investimento em TI pode resultar em aumento da lucratividade, mas como posso descobrir se esse retorno está acontecendo? A maneira mais eficiente é calcular o ROI — Retorno Sobre Investimento. Para fazer o cálculo, você precisará saber o quanto foi investido e os resultados financeiros após o investimento em TI. A fórmula é:

ROI = (Resultados obtidos – Custo de investimento) / Custo de investimento

Por exemplo, se após o investimento a empresa teve o retorno de R$ 500 mil e o investimento inicial foi de R$ 100 mil, o cálculo será: (500.000 – 100.000) / 100.000 = 4
Isso significa que o retorno foi quatro vezes o investimento inicial. Você pode transformar o resultado em porcentagem multiplicando-o por 100: em nosso exemplo, o ROI foi de 400%.

Neste post, entendemos melhor a importância da TI nas empresas e como calcular o retorno sobre o investimento no setor. Para que esse investimento seja bem-sucedido, é importante que o gestor de TI conheça bem as particularidades do negócio, para que sejam implementadas as soluções que atendam às necessidades da empresa.

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O que é Marketing Data Driven e como ele pode ajudar a sua empresa?

O que é Marketing Data Driven e como ele pode ajudar a sua empresa?

Com a abundância de dados produzidos hoje, muitas empresas têm mudado o eixo de tomada de decisões, apostando na cultura data-driven. Essa cultura consiste na gestão orientada por dados, ou seja, os processos e métricas da empresa são definidos de acordo com dados reais, fugindo da estratégia tradicional e analógica, em que as decisões são embasadas apenas em intuição ou experiência do gestor. Devido ao sucesso da cultura data-driven, a estratégia passou a ser segmentada por setores específicos.

Um desses setores é o marketing, que adaptou a estratégia que passou a ser conhecida como data-driven marketing. Nessa estratégia, as campanhas e decisões passaram a ser estabelecidas a partir de dados, internos ou externos, analisados pela empresa, que transforma os insights obtidos em decisões acionáveis.

Neste post, vamos entender como a adoção do data-driven marketing está mudando o patamar do setor. Confira!

Facilita a segmentação dos consumidores

Várias empresas estão adotando o data-driven marketing para refinar a segmentação de seu público. Ao trabalhar com os dados certos, as marcas passam a saber exatamente para quem as suas campanhas estão sendo direcionadas, aumentando as chances de conversão.

Além disso, fica mais fácil saber as preferências desse público, em qual canal de comunicação encontrá-lo e o melhor horário para a interação. Isso colabora para que a empresa concentre os seus esforços nos leads qualificados, utilizando os meios corretos e no momento mais efetivo.

Possibilita a produção de conteúdos relevantes

O conteúdo relevante é uma das principais ferramentas do marketing de atração e com a concorrência cada vez maior, quanto maior for a personalização desses conteúdos, de acordo com a persona e seus interesses, maiores serão as possibilidades de engajamento.

Como a estratégia data-driven tem os dados como ponto de partida para as tomadas de decisão, facilita a identificação do que é relevante para o seu público-alvo. Com a utilização de uma boa plataforma de automação de marketing, do Google Analytics e com o monitoramento das redes sociais, é possível criar uma boa estratégia de produção de conteúdos.

Permite a realização de testes A/B

Uma das maneiras mais eficientes de identificar os resultados de uma estratégia de marketing é com a realização dos testes A/B. Com eles, é possível refinar os conteúdos com a utilização de dois testes, mudando sempre apenas uma variável, para avaliar qual entregou o melhor resultado.

É uma excelente maneira de reduzir tempo e os custos com estratégias ineficientes, e potencializar as que realmente dão resultados, em um processo de melhoria contínua. Com a estratégia data-driven marketing, os resultados se tornam mais precisos, pois o profissional deixa de fazer suposições e passa a trabalhar com base em números sólidos — o que resulta na redução dos erros.

Otimiza a experiência do cliente

Toda estratégia de marketing é feita para atrair pessoas, que a princípio são leads e depois se transformam em clientes. O data-driven marketing também pode ser utilizado para otimizar a experiência desse cliente.

Quando o profissional de marketing identifica que há uma taxa de rejeição muito alta ou uma baixa conversão em um determinado ponto da campanha, ele pode usar os dados para avaliar os motivos, para que as alterações priorizem a otimização da experiência do cliente. Se bem-feita, essa iniciativa pode ter um impacto significativo na retenção e no crescimento.

Como vimos, o data-driven marketing não é mais uma tendência, é uma necessidade para as empresas que querem se manter competitivas em um mercado cada vez mais disputado. Com o volume e velocidade em que os dados são produzidos, o refinamento da gestão tende a ser cada vez maior, desde que o profissional esteja preparado e com as ferramentas certas.

Gostou do post? Então, continue conosco e confira os 8 passos a serem tomados para implementar a transformação digital em sua empresa.

A importância da cybersegurança em tempos de pandemia

A importância da cybersegurança em tempos de pandemia

Você pode até não ter trabalhado em casa durante a pandemia, mas certamente conhece alguém que fez isso, certo? Essa foi uma maneira que as empresas encontraram para manter a sua sobrevivência em meio à instabilidade econômica causada pelo coronavírus.

Nesse cenário, muitas pessoas só conseguiram trabalhar de casa por conta da tecnologia. Longe do ambiente de trabalho e, consequentemente, distantes da equipe de TI, algumas vulnerabilidades se tornaram comuns.

Por isso, preparamos um post para demonstrar a importância da cybersegurança em tempos de pandemia e as melhores maneiras de conseguir manter a segurança de dados. Boa leitura!

Qual é a importância de manter a segurança de dados?

Toda empresa que trabalha com uma rede de internet corporativa gera dados: o mero ato de navegar na internet por alguns minutos também. Além disso, o histórico digital de vendas de uma companhia, por exemplo, também é uma fonte rica de informações.

Cadastros de clientes e documentos sigilosos que estejam presentes no ambiente digital são dados valiosos. Por isso, a empresa deve protegê-los para garantir sua própria segurança. Imagina o dano de reputação que uma companhia sofreria caso houvesse um vazamento significativo. Seria simplesmente desastroso, não é mesmo?

Contudo, muitos gestores acabam optando por antivírus e outros softwares com pouco critério, apenas escolhendo as soluções mais tradicionais e comentadas do mercado. Para garantir a vigilância necessária, é preciso escolher os melhores softwares possíveis. De preferência, aqueles que combinem tecnologias de ponta, como a inteligência artificial.

Qual é a relação entre cybersegurança e a pandemia?

A chegada da pandemia da COVID-19 afetou inúmeros segmentos de trabalho no mundo todo e a cybersegurança não ficou para trás. Afinal, com a recomendação de que as pessoas trabalhassem em casa, muitas empresas optaram pelo home office, por exemplo.

Essa mudança súbita trouxe um desafio para os gestores: garantir a proteção e vigilância dos dados da empresa com o trabalho sendo realizado de maneira remota. Para aqueles que não acreditavam que essa alteração trazia perigos, alguns estudos trataram de modificar essa percepção.

Quando falamos de setores de saúde e educação, por exemplo, temos uma incidência alta de trabalhadores no home office (como o trabalho de professores e até mesmo consultas pela internet) e aulas online. Isso faz com que essas instituições devam prestar bastante atenção à cybersegurança, uma vez que o uso do ambiente digital aumentou ainda mais.

Uma reportagem recente da revista Época Negócios mostra como o número de ataques digitais disparou em meio à pandemia. Os hackers se aproveitaram do fato de que muitas pessoas passaram a utilizar a internet com mais frequência para invadir sistemas e plantar arquivos maliciosos, por exemplo.

A matéria traz os dados de um relatório chamado “Cybersecurity — Fighting Invisible Threats”, conduzido pelo banco suíço Julius Baer. Os dados são alarmantes: em 2021, por exemplo, os crimes cibernéticos devem custar US$ 6 trilhões à economia global.

Como comparação, basta pensar nos números de um relatório anterior, da consultoria Cybersecurity Ventures. Em 2015, esse prejuízo foi de US$ 3 trilhões, o que indica um crescimento significativo em pouquíssimo tempo — o que mostra que os efeitos colaterais da pandemia propiciaram esse cenário.

Entre os países mais prejudicados, ainda de acordo com a matéria, estão os Estados Unidos, com R$ 27 milhões. O Brasil aparece em lugar de destaque na lista: estamos em décimo lugar, com uma perda aproximada de U$ 7 milhões.

Esses riscos se tornam ainda mais sensíveis em segmentos como educação e saúde, uma vez que essas instituições lidam com muitas pessoas ao mesmo tempo, entre clientes e colaboradores da própria empresa. Por isso, todo cuidado é pouco

Os ataques se tornam uma ameaça mundial

Ainda de acordo com a reportagem, são perpetrados, todos os dias, cerca de 8 trilhões de ataques ao redor do mundo. Isso garante uma média de 90 mil ações criminosas por segundo. Como se não bastasse, os hackers estão sempre renovando o seu arsenal para tentar mais ações maliciosas.

Outro dado importante de 2020 é que essa é a primeira vez que os ataques cibernéticos aparecem como a principal ameaça aos negócios, de acordo com uma pesquisa da seguradora Allianz. Esse estudo entrevistou 3 mil especialistas em análise de risco, em mais de 100 países.

Sete anos antes, esse tópico figurava na 15ª colocação. A preocupação desses executivos é simples: quanto mais tarefas profissionais realizamos no ambiente digital, mais vulneráveis ficamos às ações dos cibercriminosos.

Isso não significa, é claro, que as empresas devem jogar toda sua infraestrutura de TI no lixo e começar a trabalhar apenas com papel e caneta. O importante mesmo nesse momento é reforçar a cybersegurança — e isso é feito por meio de soluções robustas, que levam em conta o que há de mais moderno em termos de proteção aos dados e às informações sigilosas.

Qual é a melhor solução digital para manter a segurança de dados?

Primeiro, é preciso adotar soluções digitais modernas. Para conseguir isso, nada melhor do que optar por produtos que venham de empresas que sejam referência quando o assunto é segurança de dados. É o caso da BlackBerry, que se fundiu à Cylance para oferecer o que há de melhor em termos de antivírus.

Temos que levar em consideração que as ameaças digitais mais avançadas da atualidade atacam computadores e dispositivos móveis indiscriminadamente. Isso inclui até mesmo os endpoints das empresas — dispositivos conectados diretamente aos terminais de rede.

Essas ameaças conseguem comprometer infraestruturas críticas, como sistemas de controles industriais e dispositivos integrados. Desse modo, para fornecer proteção de qualidade, a BlackBerry criou o seu próprio antivírus, baseado em práticas avançadas de inteligência artificial e machine learning: o CylancePROTECT.

Entendendo melhor o CylancePROTECT

Ao contar com essa solução, sua empresa estará plenamente adaptada ao cenário de informática moderno, que consiste em uma combinação de computação física, móvel, em nuvem e virtual. O CylancePROTECT tem o principal mérito de cobrir toda essa superfície de ataque.

A empresa que o desenhou, a BlackBerry Cylance, se destaca pela sua abordagem inovadora e exclusiva. Isso porque ele realiza a análise de ameaças baseada em modelos matemáticos e de machine learning em tempo real.

Assim, a proteção é automática, principalmente em relação ao endpoint das empresas. A solução da BlackBerry usa a inteligência artificial para entregar soluções de proteção capazes de mudar a forma como as organizações abordam a segurança em suas infraestruturas.

O CylancePROTECT associa práticas de prevenção preditivas, impulsionadas por inteligência artificial, com a detecção (e consequente resposta) para ameaças dinâmicas, a fim de entregar proteção completa contra ameaças diversas.

Claro que a proteção contra os temidos malwares não pode faltar. Afinal, esses programas, que roubam dados confidenciais e até mesmo danificam dispositivos caros, estão cada vez mais presentes. Isso se explica pela transformação digital, que traz diversos benefícios para as empresas, mas também algumas vulnerabilidades.

Como vimos no artigo, manter a segurança de dados durante a pandemia tornou-se mais difícil. Isso porque muitas pessoas passaram a trabalhar em casa, longe da supervisão de profissionais especializados em TI. Contudo, com soluções de alto nível, como é o caso dos programas da BlackBerry Cylance, é possível manter a segurança e a vigilância do sistema

Gostou do artigo e quer saber mais sobre as melhores soluções para garantir a proteção do seu sistema? Então, aproveite a visita para conhecer as nossas soluções!

3 estratégias para aumentar as vendas com uso de tecnologia e dados

3 estratégias para aumentar as vendas com uso de tecnologia e dados

Não importa se o volume de vendas atual de sua empresa é satisfatório ou não, sempre há maneiras de melhorar. A grande questão que muitas empresas enfrentam é como alavancar as vendas sem elevar demais os gastos.

A melhor maneira de aumentar a receita de uma empresa, sem elevar os gastos, é com o aumento da produtividade. As soluções tecnológicas e abundância de dados que temos nos dias atuais facilitam esse processo. Com boas ferramentas e profissionais, qualificados é possível criar uma boa estratégia para aumentar as vendas de uma empresa.

Neste post, trazemos 3 soluções que podem colaborar com esse crescimento. Confira!

1. CRM

O CRM — Customer Relationship Management ou, em português, Software de Gerenciamento de Relacionamento com o Cliente — como o próprio nome sugere, é uma ferramenta utilizada para registrar as interações entre o cliente e a empresa, criando um histórico de cada consumidor.

Por meio desse histórico, é possível identificar o perfil dos clientes, o que possibilita uma maior personalização das ofertas, melhorando a experiência dos consumidores e aumentando as chances de conversão.

Com um banco de dados centralizado, o gestor passa a ter acesso a relatórios analíticos que permitem uma avaliação das vendas e do desempenho dos colaboradores, ou seja, além de permitir uma maior visibilidade dos clientes, a plataforma ajuda na melhoria contínua do time de vendas. Esse conjunto de otimizações é que contribui para a fidelização do consumidor.

2. Gestão data driven

A gestão data driven é baseada na utilização de softwares, soluções e metodologias que viabilizam a coleta, processamento e avaliação de dados, para transformá-los em insights que aprimorem a tomada de decisão.

É o caminho para que a empresa entre de vez na cultura data driven, ou seja, pautem as suas decisões com orientação dos dados, indicadores e métricas, e não apenas por intuição ou experiência de um líder, como era antigamente. Quando a empresa conta com as ferramentas certas e passa a contar com um banco de dados confiável, pode alavancar as suas vendas com as seguintes ações:

  • Segmentação ideal de consumidores;
  • Possibilidade de conduzir testes A/B;
  • Personalização sofisticada;
  • Otimização da experiência do consumidor;
  • Aceleração de resultados;
  • Criação de conteúdo relevante;
  • Integração total do marketing com vendas.

3. Estratégias de marketing digital

Outra maneira de alavancar as vendas de sua empresa, criando um funil de vendas para coordenar as conversões, é utilizando as estratégias de marketing digital. Para as empresas que estão com o orçamento apertado, essa é uma excelente maneira de aumentar as vendas, sem elevar o custo de aquisição de clientes.

Para que isso seja possível, você poderá utilizar uma ferramenta de automação de marketing e utilizar as seguintes táticas:

marketing de conteúdo — estratégia baseada na produção de conteúdo que atenda às necessidades de seus potenciais consumidores; redes sociais — são locais em que as pessoas passam boa parte do dia e se tornam um excelente canal para estratégia de marketing e proximidade com o consumidor;

e-mail marketing — um canal mais formal e direto com o potencial cliente, que permite que você crie estratégias para guiá-lo pelo funil de vendas. Essas são algumas das oportunidades que o uso da tecnologia, aliada a alta produção de dados, propiciam para a criação de uma boa estratégia para aumentar as vendas em sua empresa. Lembrando sempre que tudo isso deve ser feito com planejamento e o uso de boas ferramentas tecnológicas.

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